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O que John Travolta, Tom Cruise, Michael Jackson (já falecido), Juliette Lewis, Anne Archer e Lisa-Maria Presley têm em comum? Além da fama e do dinheiro, são adeptos da mesma seita - a Cientologia.
Cada vez mais artistas famosos de Hollywood são adeptos desse credo. De onde surgiu e o que ensina esse novo movimento?
Por que as pessoas estão dispostas a pagarem grandes somas em dinheiro para participar dos seus cursos?
Será que os ensinos da Cientologia são compatíveis com a fé cristã?

1. A FUNDAÇÃO

Fundada em 1954, no Estado da Califórnia (EUA), a Cientologia teve como seu idealizador Lafayette Ron Hubbard (1911-1986). Segundo publicações da seita, ele seria formado em Engenharia Civil, com especialização em Física Nuclear pela Universidade George Washington. No entanto, os registros escolares revelam que cursou apenas dois anos, sendo que o segundo foi em regime probatório, tendo sido reprovado em Física.
Afirma-se também que ele teria PHD na Universidade Sequóia, na Califórnia. Porém, não existem provas de que haja na Califórnia uma escola superior com esse nome e qualificada para conceder títulos de doutorado. Portanto, sua biografia não é confiável.

Hubbard fez a seguinte declaração, publicada na revista Times em 10 de fevereiro de 1986: "É ridículo escrever para ganhar um centavo por palavra. Se alguém quer receber um milhão de dólares, deve iniciar a sua própria religião".

Hubbard faleceu em 1986, deixando para trás um movimento que já tinha aproximadamente 3 milhões de membros. Atualmente, a Cientologia é liderada por Heber Jentzsch.

A palavra cientologia foi inventada por Hubbard. Vem dos termos latinos seio, que significa "conhecer"; e logos, "razão". Para os cientólogos, a sua religião tem os objetivos de estudar o espírito e entender a relação de cada um consigo mesmo, o universo e outras formas de vida.

2. A CRENÇA DA CIENTOLOGIA

A Cientologia promete aos seus adeptos melhorar sua capacidade de comunicação e diminuir seus sofrimentos, ensinando-os a lidar com as pessoas e o seu meio.

Para os cientólogos, o homem é basicamente bom, composto de três partes: corpo, mente e espírito. Dizem ainda que nossa experiência vai muito além de uma só vida e que a salvação depende de nós mesmos, dos semelhantes e de nossa relação com o universo.

Ensinam que o corpo é um componente indesejado do ser humano. O espírito (thetan, na Cientologia) é onisciente e imortal e, através da pista do tempo, percorre várias vidas (reencarnação).

Segundo a Cientologia, uma das mais notáveis qualidades do espírito é a imortalidade pessoal e consciente, além da liberdade relativa aos ciclos do nascimento e da morte. Quando a morte vem, o espírito vai para um lugar de descanso (segundo eles, Marte ou Pirineus), até que lhe seja atribuído um novo corpo.

Um dos aspectos curiosos da Igreja da Cientologia é o fato de que os seus membros, sem nenhuma objeção, podem pertencer a outras religiões, ao mesmo tempo em que proclamam a reencarnação.

3. ENSINAMENTOS

Embora haja por parte dos cientólogos um considerável esforço em conciliar os ensinos de Hubbard com o cristianismo (há diversas publicações nesse sentido, inclusive a brochura "Cientologia e a Bíblia"), a verdade é que existe uma enorme discordância entre a Palavra de Deus e os ensinos de Hubbard. Vejamos alguns:

1) Pecado: No conceito cientologista, o homem é basicamente bom. Não existe nada como pecado ou mal. A Bíblia, no entanto., ensina a universalidade do pecado do homem, bem como sua necessidade de salvação (Rm 3.12,23; 6.12,23 e 1Jo 1.8-10; 2.1-2).

2) Deus: A Cientologia tem procurado designar Deus simplesmente como "Ser supremo" ou "Força de vida", a fim de facilitar a entrada de pessoas de qualquer segmento religioso.
Adotam ainda a posição politeísta, dizendo que existem deuses que estão acima de outros e deuses além do universo. Porém, em toda a Bíblia, encontramos a afirmação inflexível a favor do monoteísmo e da singularidade de Deus (Is 43.10-11; 44.6,8; 45.5,21-22).

O apóstolo Paulo é muito claro e enfático ao afirmar que, no que diz respeito ao mundo, há muitos deuses e muitos senhores. Todavia, para nós há um só Deus, de quem são todas as coisas e para quem existimos; e um só Senhor, Jesus Cristo (1Co 8.5-6). A Igreja sempre confessou um único Deus, o qual se manifesta em três pessoas: Pai, Filho e Espírito Santo.
3) Jesus Cristo: A respeito de Cristo, Hubbard tomou emprestado o mesmo ensino do budismo, do taoísmo e do judaísmo: A "teoria moral", que defende a ideia de que Jesus é apenas um exemplo de fé, de moral e de conduta. Segundo a mesma teoria, nem Buda nem Jesus Cristo eram "espíritos operativos" (do nível mais elevado). De acordo com eles, eram apenas uma "sombra limpa acima".

Não compactuamos com esses ensinos, pois a Palavra de Deus proclama que o Senhor Jesus é o Filho de Deus, sendo verdadeiro e eterno Deus, de uma só substância com o Pai e igual a Ele. Jesus é o único mediador entre Deus e os homens. Como diz o Credo Niceno, "em todo o registro da vida do Senhor Jesus Cristo, em suas palavras e ações, encontramos a sua singularidade e o seu lugar exclusivo como o Rei dos reis e Senhor dos senhores; como próprio Deus, unigênito, não criado, tendo a mesma natureza do Pai".
Inúmeras passagens das Escrituras refletem a Cristologia da Igreja (Jo 1.1-18; Cl 1.15-17; 1Tm 3.16 e Hb 1.13).

4) Humanidade: A Cientologia afirma que o homem tem potencial para ser orientado a fim de chegar a uma conscientização de sua divindade. Como os grupos religiosos orientais, não faz distinção entre o Criador e a criatura, adotando uma visão panteísta da vida e de Deus. O cristianismo sustenta firmemente a distinção entre Deus e a criação. Além disso, enquanto a Cientologia diz que os homens foram criados à imagem de um thetan, a Bíblia diz que fomos criados à imagem de Deus (Gn 1.26-27; 2.7).

5) Inferno: No conceito cientológico, o Inferno é uma invenção, um mito; é uma fraude cruel perpetuada pelos miseráveis, a fim de que outros sejam tão miseráveis quanto eles.
Para o Cristianismo, o inferno (ou estado de tormento eterno) é real. O Senhor Jesus falou claramente sobre o assunto em Mateus 25.41-46 e o apóstolo João refere-se ao Lago de Fogo (Ap 20.15), onde os ímpios serão lançados durante o Juízo Final. O Inferno é um lugar literal.

A Cientologia diz que não pertencemos a esse corpo físico, pois é mau. Tal ensino é oriundo do gnosticismo, cujos adeptos pregavam um dualismo entre a matéria e o espírito, advogando que a matéria criada era má. Ora, o corpo, além de criação de Deus, é a habitação do Espírito Santo (1Co 6.19). Somos exortados a glorificar a Deus com o nosso corpo (1Co 6.20).
A Cientologia crê que o homem é basicamente bom e sem pecado. Segundo eles, todas as crenças religiosas são caminhos que conduzem à salvação. Mas, Jesus ensinou que o homem tem um grave problema, que é o pecado, estando incapacitado de resolvê-lo sozinho (Mt 7.11; 12.34; 15.18-19). A nossa salvação não depende de "poderes inerentes", mas da graça e da fé em Cristo (Ef 2.8-9).

Fonte: Jornal Mensageiro da Paz, outubro de 2016
Artigo: Pr. Waldemar Pereira Paixão
Acevo Pessoal: Ev. Jair Alves
Reverberação: Escola Bíblica ECB
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